• 51 3748-1500CD Canoas
  • 51 3748-1500CD Pelotas
  • 51 3748-1500CD Caxias
  • 51 3748-1500Matriz
  • 51 3748-1500CD Santo Ângelo

NOTÍCIAS

12jul

Respeito ao meio ambiente é destaque na história da Fruki

Lajeado/RS – Ao longo de seus 92 anos de história, a Bebidas Fruki sempre deu atenção especial às questões ambientais. Ao atuar num segmento em que a preservação dos recursos naturais é fundamental, a empresa vem demonstrando, na prática, como é possível atingir seus objetivos respeitando o meio ambiente. Ainda na década de 80, quando pouquíssimas indústrias tinham esta preocupação, a Fruki inaugurava em sua matriz, no município de Lajeado, uma das primeiras estações de tratamento de efluentes (ETE) do Rio Grande do Sul, pioneira no Vale do Taquari. O fato de destinar recursos a uma área em que raros eram os investimentos fez com que várias empresas, inclusive do setor de bebidas, quisessem conhecer de perto como a ETE foi implantada, quais eram seus resultados e como o seu funcionamento se enquadrava no processo produtivo.

A estação de tratamento foi um marco no desenvolvimento sustentável da Fruki, dando origem a inúmeras outras iniciativas que transformaram a empresa, ao longo dos anos, numa verdadeira referência quando o assunto é respeito ao meio ambiente. A mesma ETE ainda pode ser vista nos dias atuais, modificada e modernizada. Importante lembrar que todo o lodo gerado na ETE é incorporado em solo agrícola, em área licenciada pertencente à Fruki, destinada ao cultivo de pastagem para animais.  Além do lodo, também é incorporado a cinza proveniente da caldeira.

EFICIÊNCIA - Ao mesmo tempo em que marcava uma presença cada vez maior no mercado gaúcho, a Fruki incentivava seus profissionais a contribuírem com ideias que pudessem ser implantadas para tornar os processos cada vez mais eficientes e com menor impacto ambiental, além de reduzir os desperdícios provenientes dos resíduos dos processos. Assim, a empresa implantou o Programa Tecnologias Limpas, com a finalidade de aplicar continuamente uma estratégia econômica, ambiental e tecnológica, integrada aos processos e produtos, aumentando a eficiência no uso de matérias-primas, água e energia e a não-geração, minimização ou reciclagem de resíduos decorrentes de um determinado processo.

“Ao colocar o tema da sustentabilidade como um de seus valores, a empresa atesta publicamente um conceito enraizado em sua cultura organizacional. Ao longo destas nove décadas ganhou-se muito com a experiência, com o aperfeiçoamento e com a difusão de ideias e projetos. Certamente este é um dos fatores que nos leva a sermos reconhecidos como uma empresa que vai muito além do cumprimento de suas obrigações”, assinala o diretor-presidente da Fruki, Nelson Eggers.

Entre as práticas que fazem parte do dia a dia, estão, por exemplo, a iluminação natural na área industrial, com o uso de telhas translúcidas. Houve redução no consumo de água tanto no processo industrial quanto nos demais setores. Foi implantado também o Projeto Gestão de Águas, software de monitoramento da captação e consumo de água. Com este sistema é possível acompanhar em tempo real a captação de água dos poços e o consumo nas respectivas linhas de produção, torres de resfriamento e caldeira, bem como o volume tratado na ETE. O principal objetivo é melhorar a gestão e, consequentemente, a eficiência no da água.

RECICLAGEM - Em todas as áreas está presente a coleta seletiva de resíduos, através de recipientes devidamente identificados. O material é separado e preparado para envio às empresas licenciadas de reciclagem. Para se ter uma ideia da importância desta ação, em 2015 nada menos que 99,62% dos resíduos gerados foram enviados para a reciclagem. A linha de produção também foi modernizada, com a implantação da tampa conhecida como short finish, reduzindo a quantidade de resina necessária para a fabricação de embalagem. Já as embalagens de Água da Pedra e de Frukito utilizam rótulo de papel, substituindo o uso do plástico.

Outros exemplos positivos de respeito ao meio ambiente: filtros com cortina de água instalados na caldeira impedem a emissão de material particulado (fuligem) para o meio ambiente. Toda a frota é gerenciada pelo setor de manutenção, garantindo o bom funcionamento das centenas de veículos utilizados. A empresa possui sistemas com filtro para captação de água da chuva, sendo que 80% da água que cai nos telhados da área industrial e de armazém vão para as cisternas com capacidade de 1,5 milhões de litros para posterior reutilização. Esta água é utilizada em fins menos nobres como torres de resfriamento, caldeira, sanitários, irrigação e limpeza de pátios externos. E até mesmo as lonas utilizadas nas carretas, após substituídas, são reaproveitadas para a confecção de bolsas com a marca Fruki, dando um destino apropriado ao material usado ao invés de descartá-lo.

Na comparação entre os anos de 2004 e 2014, é possível verificar alguns dados interessantes. Enquanto o crescimento da empresa foi de 458% em seu faturamento e de 269% em volume, a economia de energia representou 31,55%. A água teve uma economia de 22,15% com relação ao seu uso. “Nosso comprometimento é com o desenvolvimento de toda a sociedade”, sintetiza Nelson Eggers.

CD CANOAS – O moderno Centro de Distribuição (CD) da Fruki, inaugurado em 2013 em Canoas, é outro exemplo que demonstra a preocupação da empresa com as questões ambientais. O CD conta com a certificação AQUA, normatização consagrada mundialmente e que destaca a alta qualidade ambiental da construção. Isto significa que todas as etapas de construção foram avaliadas pela Fundação Vanzolini, envolvendo a Concepção (Projeto), a Realização (Obra) e a Operação (Uso). A normatização leva em conta a estratégia ambiental global do empreendimento, considerando a preservação dos recursos, redução da poluição e da geração de resíduos, gestão dos recursos naturais durante a operação (água e energia), gestão patrimonial (durabilidade, adaptabilidade, conservação, manutenção, custos de uso e operação), conforto e saúde (dos usuários, da vizinhança, dos operários de obra). O Referencial Técnico – Processo AQUA contém os requisitos para o Sistema de Gestão do Empreendimento (SGE) e os critérios de desempenho nas categorias da Qualidade Ambiental do Edifício (QAE).

Tanto na área de logística quanto no prédio administrativo está evidenciado o conforto termoacústico e a iluminação. A iluminação natural é um dos destaques, superando em muito o limite considerado excelente pelo Processo AQUA. Foram utilizadas telhas especiais com proteção UV, que permitem a passagem e a difusão da luz solar no ambiente. O local também conta com um sistema de aproveitamento de água da chuva, com capacidade de armazenamento de 50 mil litros. A exemplo do que já acontece com a fábrica da Fruki localizada em Lajeado, a água coletada é utilizada nos jardins, na lavagem de pisos e nas descargas dos sanitários. “O prédio administrativo conta com um sistema de condicionamento de ar com grande qualidade e eficiência, vidros duplos, e a própria posição do prédio considera a orientação solar, visando o melhor aproveitamento da luz natural, da ventilação e das temperaturas”, acrescenta Nelson Eggers.

FUTURO - A Fruki pretende colocar em operação até o ano de 2020, no município gaúcho de Paverama, uma nova fábrica para a produção de bebidas energéticas, bebidas funcionais, sucos e chás, com investimento de aproximadamente R$ 80 milhões nesta primeira fase do projeto. A segunda fase, que prevê a fabricação de cerveja, deverá ser concluída até 2025. A nova unidade vai se juntar à estrutura existente, que conta com matriz e parque industrial situados em Lajeado, além de Centros de Distribuição (CD) localizados em Canoas, Pelotas, Caxias do Sul, Santo Ângelo e também junto à matriz.

Atualmente, as sete linhas de produção automatizadas têm capacidade para fabricar até 420 milhões de litros de bebidas por ano, produzindo refrigerantes da marca Fruki, os suplementos energéticos Frukito, a água mineral Água da Pedra e a linha Sabores Intensos, com Água Tônica e Citrus. A Fruki deverá inaugurar nos próximos meses um novo CD em Pelotas, para atender a Região Sul do Estado. O investimento é de cerca de R$ 16 milhões. Também está prevista para breve a construção de um novo CD na Serra Gaúcha.

De Zotti – Assessoria de Imprensa